terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Andarilho


Escolhi essa vida
Entre o trabalho alienante e o sono estressado
Pelo sonho acordado de andar por ai
Dividi minha vida
Entre o Momento de ser homem da sociedade
E quando me tornei um homem pela Sociedade
Segui minha vida
Produzindo não só para mim
Fazendo algo por mais alguém
Ah, Poesia!
A qual não respirava afogado em papeis de firma
Agora brado a toda gente que anseia arte
Oh, Mentira!
Que falava pra conseguir comer
Hoje revelo pra continuar a viver
Ah, Policia!
Não me incomodava no andar apressado ao trabalho
E me para enquanto faço o meu espetáculo
Oh, Motivo!
Pois a licença para trabalhar não me fazia pensador
Já Licença Poética não me faz um “trabalhador”.
Ah, Verdade!
Estava preso pelo paletó, gravata e sapato engraxado
Revelo-me nascido brilhante artista recém libertado
das amarras dos demais, pobres e enganados...


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