_Luci, espere, não me deixe aqui, as
sombras estão chegando, meus olhos as veem, meus ossos doem, por favor, Luci, não
me deixa a sós comigo mesmo – Ouvia-se a suplica contundente de um homem ciente
de sua situação entre joelhos arcados e os cabelos bagunçados pedia – Não me deixe
só!!! – Gritava a sombra na qual emergia, ele sabia a resposta.
Essa é história de Rupert D. Hudder, e de tantos outros mais, pseudônimo
de um famoso escritor das longínquas terras de Dublin, capital de uma Irlanda que
ainda briga com sua irmã por sua religião, enquanto o Deus das duas se ocupa em
escutar as orações deste pobre rapaz, cuja imaginação e os exageros da vida lhe
fizeram ter que tomar uma decisão: Luci, sua amada, ficaria junto dela ou não?
Desta magnífica dama tem conhecimento
deste se conhece por gente, dos primeiros laços que dava nos sapatos, aos primeiros
laços verdes esmeralda das pequenas da escola primária. Luci vestia-se de forma
comum na época, suas feições simples e belas mostravam uma menina que conheceu jovem
a pureza de um primeiro eu te amo com cheiro de pasta de amendoim com geleia. O
garoto se apaixonará perdidamente por ela e dela vivia, em todas as partes, dos
deveres de casa as brincadeiras de esconde-esconde nos bosques daquele lugar,
que se erguiam como montanhas verdes por entre as paisagens de velhas casas
abandonadas erguidas em pedra e suor . Ora a via, ora a perdia por
entre devaneios e despertares naqueles verdes mares ficando assim, encantado por toda sua dança
inocente e travessa por seus olhos que dela eram inundados, como magia.
Amante desta realidade pura, crua e livre
todos viam Luci com bons olhos, todos compartilhavam de sua presença que davam
a eles força para trabalhar, suas palavras simples e seu jeito de encaixar tudo
no lugar! Deixava bobo até o mais sonhador dos garotos, que por seu sorriso
caiam do céu como estrelas cadentes no oceano fazendo-os estrelas-do-mar.
Ah Luci, fizeste tão mal, mesmo tão jovem, abandonando e deixando de segurar as mãos dos pobres homens e mulheres do Condado de Donegal, e outros mais pelas ruas segurando brilhantes garrafas de Whisky escocês em sacolas de papel nas ruas de pedra da Capital e de tantos outros mais, que se soubesse não teria o garoto se apaixonado pelo que tu és, Oh Céus!
Ah Luci, fizeste tão mal, mesmo tão jovem, abandonando e deixando de segurar as mãos dos pobres homens e mulheres do Condado de Donegal, e outros mais pelas ruas segurando brilhantes garrafas de Whisky escocês em sacolas de papel nas ruas de pedra da Capital e de tantos outros mais, que se soubesse não teria o garoto se apaixonado pelo que tu és, Oh Céus!
Quando jovem este amante também das
leituras de horror, fantasmas e do terror como Stephen King, H. P. Lovecraft e
Edgar Allan Poe e das coisas que atormentavam a mente humana, e das fantasias
de Sidney Sheldon, Leo Tolstoy e Agatha
Christie que mexiam com sua cabeça e o fazia viajar com mistérios envolventes e
homens tristes. Amava escrever e disso tiraria o sustento para ele e sua
enamorada, que falha, mal sabia ele que a própria cova cavará.
Cresceu neste ambiente enquanto Luci ao
seu lado estava, agora com seus vestidos de dama, e uma beleza requintada,
adulta nos seus 20 poucos anos vinha com seus vestidos brancos que iluminavam
qualquer visão adulterada, mulher dos homens do mundo cinzento e das fantasias
dava gargalhadas, Luci zombeteira da imaginação daqueles que fugiam de sua
voluptuosa sedução. Quanto mais o rapaz escrevia, mais dela ele se afastava, de
seus dedos saiam obras de arte e de Luci, de tão longe, nem os cabelos enxergava. Aos poucos foi ficando menos nos bosques da sua infância e preso
no infinito de sua cabeça que de tão cego já não via mais Luci, e sim as formas
tão estranhas que já alguém veria, em seu escritório, embaixo de uma quadrada mesa.
Cairá
na depressão, na bebida e nas voluptuosas garras das mulheres de 200 euros a
hora, enquanto as sombras sobre as quais falava agora ora lhe batiam a porta, ora
lhe batiam na cara. Luci correu para os braços de tantos outros que não eram
ele que ficará atormentado, corria das sombras e para o lado, daquela Luci, que
os olhos já não enxergavam, e suplicava por sua volta, mas era tarde, sua Luci já havia ido embora...
My Dear Luci...dity!
Deus Meu, eu nem sei como fiz esse texto, acho que corri com alguma ideia que dormia na minha cabeça, espero que gostem, pois quando tiver tempo, lerei novamente pra ver o que escrevi e averiguar se tem algum sentido, se ficou bom ou eu taco fogo de uma vez! Haha
Um Abraço e até a Próxima com mais BlogdoNegrinho \(*0*)/
...Não pera...!

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